Wednesday, September 21, 2005

hope leafs

dewdrop worlds
_glow, empty in
__autumn breeze ~


fallen apples splash
_sunlight ~ aging sparrows
__scatter fresh melodies ~


fragrant breeze ~
_beneath the fallen leaves
__a sepia print ~


autumn flower bed~
_two squirrels squeal as
__butterflies dance air


sunlight brings breeze~
_sparrows glisten cool notes
__a lone leaf falls


an autumn leaf
_on the open lotus ~
__pond turns brighter ~


a butterfly
_a dragonfly look at
__each other, smile ~


tourists gather
_new dreams ~ cranes align on
__the autumn sky ~

Tuesday, September 20, 2005

Tuesday, September 13, 2005

In remembrance of a near future


It comes to a time when I look back and see no change. This is a feeling without a name. I cannot feel angry, nor sad nor worried, nor preocupied. Everytime I try to know if there's something there I always end up blank Like my brain stopped for a second there. I cannot tell how I felt when I first knew it. Yet days pass by and all seems normal. At least that's what she makes believe. Why this?
I cannot explain this relation This partnership... There's a lot of things I cannot explain about my life. As I think about it, I see no symbiosys here. (That's me being selfish again...) The moment is approaching and when it hits me I won't know what to do. Oh, wait... At least I'll have you present, In thought. And that's not bad.

Farewell my child, you will be missed...

Wednesday, September 07, 2005

karu-hodo

Destino..
Não é um tema que me agrade discutir.

Pensa na tua vida como um dia
E como está a desvanecer.
Pensa na existência como numa chama
E na ventania que está para vir.

A chama acabará por cessar
É o eternamente inevitável
Os nossos caminhos cruzam-se,
todos no mesmo sitio. Ou será?

Toda a exaustão, todo o ódio
Todas as percas e sacrificios,
Todas as coisas que perdemos,
Todo o sofrimento e distorção,
Toda a merda que toleramos,
Tudo o que abandonamos,
Tudo por isto?

Uma esperança dispersa cai
O zelo torna-se numa negligência
Os sonhos quebrados, esquecidos
Muito é o que temos de suportar
Muito é o que temos de sentir.

É tudo uma parte de um todo.
Tudo parte do nosso destino
E da conclusão do próprio.

O fim de uma existência, sem nexo nem lógica.
Mas será ai que está a resposta?